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sábado, 29 de novembro de 2014

               

              TODA QUINTA-FEIRA E DOMINGO 20 HS.                         

                          PR. UBIRAJARA  E  PRA. GINA                           

         TEM UMA PALAVRA DO CÉUPARA SUA VIDA !!!

                            RUA. JACY PORTO 643 .                                                                B. SÃO MIGUEL -SL

      TODAS SEGUNDA-FEIRA 20 HS .
UM PODEROSO CULTO DE AVIVAMENTO
COM CONFERENCISTA MARCOS RAFAEL PASA E ESPOSA .
                AV. DAS AMERICAS 278 . 
                   COHAB-DUQUE . SL .  

quinta-feira, 18 de setembro de 2014



E TEM CRENTE , QUE AINDA ACHA ISSO FORTE DEMAIS , IMAGINA SE ANDASSE COM JESUS !!! ISSO E O MINIMO PARA ALGUÉM QUE PREGA O EVANGELHO !!! QUEREM ENCHER IGREJA E OS BOLSOS A QUALQUER CUSTO ...ESTÃO É POVOANDO O INFERNO DE PESSOAS ...QUE SÓ QUEREM OUVIR A VERDADE DA PALAVRA PARA SEREM LIVRES , MAS NÃO HA QUEM OS FALE !!!
A Velha e Nova Cruz 
Sem fazer-se anunciar e quase despercebida uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente; as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.
Uma nova filosofia brotou desta nova cruz com respeito à vida cristã, e desta nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica – um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Este novo evangelismo emprega a mesma linguagem que o velho, mas o seu conteúdo não é o mesmo e sua ênfase difere da anterior.
A velha cruz não fazia aliança com o mundo. Para a carne orgulhosa de Adão ela significava o fim da jornada, executando a sentença imposta pela lei do Sinai. A nova cruz não se opõe à raça humana; pelo contrário, é sua amiga íntima e, se compreendermos bem, considera-a uma fonte de divertimento e gozo inocente. Ela deixa Adão viver sem qualquer interferência. Sua motivação na vida não se modifica; ela continua vivendo para seu próprio prazer, só que agora se deleita em entoar coros e a assistir filmes religiosos em lugar de cantar canções obcenas e tomar bebidas fortes. A ênfase continua sendo o prazer, embora a diversão se situe agora num plano moral mais elevado, caso não o seja intelectualmente.
A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística nova e por completo diferente. O evangelista não exige a renúncia da velha vida antes que a nova possa ser recebida. Ele não prega contrastes mas semelhanças. Busca a chave para o interesse do público, mostranto que o cristianismo não faz exigências desagradáveis; mas, pelo contário, oferece a mesma coisa que o mundo, somente num plano superior. O que quer que o mundo pecador esteja idolizando no momento é mostrado como sendo exatamente aquilo que o evangelho oferece, sendo que o produto religioso é melhor.
A nova cruz não mata o pecador, mas dá-lhe nova direção. Ela o faz engrenar em um modo de vida mais limpo e agradável, resguardando o seu respeito próprio. Para o arrogante ela diz: "Venha e mostre-se arrogante a favor de Cristo"; e declara ao egoísta: "Venha e vanglorie-se no Senhor". Para o que busca emoções, chama: "Venha e goze da emoção da fraternidade cristã". A mensagem de Cristo é manipulada na direção da moda corrente a fim de torná-la aceitável ao público.
A filosofia por trás disso pode ser sincera, mas na sua sinceridade não impede que seja falsa. É falsa por ser cega, interpretando erradamente todo o significado da cruz.
A velha cruz é um símbolo da morte. Ela representa o fim repentino e violento de um ser humano. O homem, na época romana, que tomou a sua cruz e seguiu pela estrada já se despedira de seus amigos. Ele não mais voltaria. estava indo para seu fim. A cruz não fazia acordos, não modificava nem poupava nada; ela acabava completamente com o homem, de uma vez por todas. Não tentava manter bons termos com sua vítima. Golpeava-a cruel e duramente e quando terminava seu trabalho o homem já não existia.
A raça de Adão está sob sentença de morte. Não existe comutação de pena nem fuga. Deus não pode aprovar qualquer dos frutos do pecado, por mais inocentes ou belos que pareçam aos olhos humanos. Deus resgata o indivíduo, liquidando-o e depois ressucitando-o em novidade de vida.
O evangelismo que traça paralelos amigáveis entre os caminhos de Deus e os do homem é falso em relação à bíblia e cruel para a alma de seus ouvintes. A fé manifestada por Cristo não tem paralelo humano, ela divide o mundo. Ao nos aproximarmos de Cristo não elevamos nossa vida a um plano mais alto; mas a deixamos na cruz. A semente de trigo deve cair no solo e morrer.
Nós, os que pregamos o evangelho, não devemos julgar-nos agentes ou relações públicas enviados para estabelecer boa vontade entre Cristo e o mundo. Não devemos imaginar que fomos comissionados para tornar Cristo aceitável aos homens de negócio, à imprensa, ao mundo dos esportes ou à educação moderna. Não somos diplomatas mas profetas, e nossa mensagem não é um acordo mas um ultimato.
Deus oferece vida, embora não se trate de um aperfeiçoamento da velha vida. A vida por Ele oferecida é um resultado da morte. Ela permanece sempre do outro lado da cruz. Quem quiser possuí-la deve passar pelo castigo. É preciso que repudie a si mesmo e concorde com a justa sentença de Deus contra ele.
O que isto significa para o indivíduo, o homem condenado quer encontrar vida em Cristo Jesus? Como esta teologia pode ser traduzida em termos de vida? É muito simples, ele deve arrepender-se e crer. Deve esquecer-se de seus pecados e depois esquecer-se de si mesmo. Ele não deve encobrir nada, defender nada, nem perdoar nada. Não deve procurar fazer acordos com Deus, mas inclinar a cabeça diante do golpe do desagrado severo de Deus e reconhecer que merece a morte.
Feito isto, ele deve contemplar com sincera confiança o salvador ressurreto e receber dEle vida, novo nascimento, purificação e poder. A cruz que terminou a vida terrena de Jesus põe agora um fim no pecador; e o poder que levantou Cristo dentre os mortos agora o levanta para uma nova vida com Cristo.
Para quem quer que deseje fazer objeções a este conceito ou considerá-lo apenas como um aspecto estreito e particular da verdade, quero afirmar que Deus colocou o seu selo de aprovação sobre esta mensagem desde os dias de Paulo até hoje. Quer declarado ou não nessas exatas palavras, este foi o conteúdo de toda pregação que trouxe vida e poder ao mundo através dos séculos. Os místicos, os reformadores, os revivalistas, colocaram aí a sua ênfase, e sinais, prodígios e poderosas operações do Espírito Santo deram testemunho da operação divina.
Ousaremos nós, os herdeiros de tal legado de poder, manipular a verdade? Ousaremos nós com nossos lápis grossos apagar as linhas do desenho ou alterar o padrão que nos foi mostrado no Monte? Que Deus não permita! Vamos pregar a velha cruz e conhecermos o velho poder.

PR.OSIEL SOUZA

domingo, 3 de agosto de 2014

O EVANGELHO DA VINGANÇA !!!

O EVANGELHO DA VINGANÇA !!!

TEM CRENTE ,QUERENDO QUE O TRAIDOR SE ENFORQUE .
JESUS NUNCA QUIS A MORTE DE JUDAS , SIM O CHAMOU DE AMIGO.

Paz do Senhor! Esse artigo não possui nenhum fundo teológico, doutrinário, muito menos de desabafo. Esse artigo é um protesto e um alerta à Igreja do Senhor Jesus Cristo acerca desta nova mensagem anômala que tem tomado conta de muitos púlpitos por meio de mensagens e "louvores", enchendo muitos corações.

Bem, a minha intensão é alcançar o maior número de cristãos possível com esse artigo. Devido à força das minhas palavras, acho melhor não tomar os púlpitos diretamente com esta mensagem, pois muitos não têm estrutura para ouvi-la, entendendo-a de forma errônea, interpretando-a como uma mensagem doutrinária ou algo do tipo, correndo o risco de sair murmurando e falando o que não procede verdadeiramente. Porém, acho que ela terá mais efeito da forma em que está, neste artigo, pois, sua leitura será voluntária e, se escolheu ler, creio que vai fazer algum efeito no seu coração.

Queridos irmãos leitores, ultimamente vêm surgido no meio evangélico uma nova tendência que, diante do que tenho observado, têm atingido diretamente tanto os louvores como as pregações. Essa nova tendência é o que tenho chamado de "evangelho da vingança".

Essa nomenclatura surgiu de uma comparação desta mensagem, que no decorrer do artigo vou descrever, com o evangelho de Jesus. Isso pois, enquanto o evangelho de Jesus nos orienta a amar, esse "novo evangelho" nos condiciona de forma indireta a até odiar e rejeitar pessoas, principalmente àqueles que se apresentam como opositores de uma bênção.

Logo, como definição desse "evangelho da vingança" pode-se abordar o fato do crente ter prazer em ver os que se apresentam como seus inimigos, na derrota, e essa condição lhe trazer regozijo. Uma condição ainda maior é quando o fracasso dele é a sua vitória. Alguns chegam ao ponto de orarem para ver a derrota do seu opositor e/ou até mesmo a sua morte.

Poderia falar aqui várias características deste câncer que tem afetado a igreja, entretanto, vou destacar aqui as que são mais proeminentes:

ARROGÂNCIA
Quando o crente está lutando para adquirir uma bênção e encontra que se oponha, ou que não lhe dê ajuda, quando este adquire o que necessita, fica com rancor no coração ao ponto de dizer ou pensar que "quem te viu passar por uma luta e não o ajudou", quando ele receber a bênção, o seu opositor vai ficar arrependido.

EGOÍSMO
Os promotores deste falso evangelho sempre se colocam como o "centro das atenções de Deus", pois pela forma que se colocam em seus discursos entende-se como eles quisessem tudo para si e não aceitam quem se oponham a eles.

ORGULHO
No contexto estudado, vemos que os promotores deste engodo não têm a humildade de reconhecer seus erros ou seus excessos. Referem-se aos seus opositores como se tudo o que eles, os "evangelistas da vingança", estivessem certos e não necessitassem de uma correção ou aprimoramento, se colocando numa posição de inerrantes.

AUTOPROMOÇÃO e o ANTROPOCENTRISMO
A autopromoção e o fato do homem ser o tema central (antropocentrismo) é o carro chefe do "evangelho da vingança", a ponto de certa cantora em uma de suas músicas dizer que os que se opuseram ao crente receber sua vitória vão estar em uma platéia e o crente no palco. Para tentar amenizar, ela ainda diz que vão olhar e ver Jesus brilhando em nós, porém o antropocentrismo e a autopromoção demonstrada é tão forte que Jesus acaba ficando em segundo plano. O correto, nesta música, seria se quando o crente receber a vitória, ele e seu opositor, já perdoado, estivessem juntos na plateia e Jesus no palco para receber os aplausos por conta de sua infinita graça manifestada a nós através da tão sonhada vitória.

Quando se fazem discursos ou músicas banhados por esse "evangelho", nota-se um clima de oposição nos cultos, sem falar que, quando alguém usa estes discursos muitas vezes, o fazem para atacar o seu "inimigo" que, as vezes é um crente salvo que não o ajudou quando necessário ou que se opôs a ele, ou até pode estar lá no meio do conjunto de pessoas que não concordaram com seu pensamento. Possa ser alguém do seu ministério, que lhe fez uma crítica, até mesmo o próprio pastor que lhe disse um 'não'. Nessa linha de pensamento, ainda tem aqueles que dizem que 'Deus não vai matar seu inimigo para que ele veja a sua vitória'.

Pensamentos como esse exprimem rancor, arrogância e egoísmo, não possuindo nenhum embasamento bíblico, sendo palavra de homem. Além disso, esquecem que o inimigo primaz é satanás e a comitiva dos anjos rebeldes (Efésios 6.12), e os novos opositores, caso sejam ímpios, necessitam da misericórdia divina, ou se são convertidos, dependendo do que sejam, precisam nascer de novo.

Podemos ver que os opositores destas coisas não tem como base os ensinos do Senhor Jesus, onde não se referenciam em Mateus 5 e 6. Comumente, essa turma de "evangélicos" têm se apegado a textos do velho testamento, e devemos ter em mente que essas narrativas estavam contextualizadas com a Lei, e que hoje nós estamos debaixo da Graça, e nossa regra de observância são os preceitos de Jesus nos seus ensinamentos apostólicos.

Em Mateus 5.27-48, vemos que Jesus desaprovando o que os fariseus ensinavam sobre as leis, consequentemente seus preceitos de vingança, e nos dando novos mandamentos. Exemplo disso é que quando Jesus nos ensina a dar a outra face (Mateus 5.39), os fariseus e este "evangelho" nos ensina a revidar. Nós podemos ver que esses discursos, além de triunfalistas são também legalistas. Legalistas porque está firmando em preceitos e acontecimentos apresentados no antigo testamento e defendidos pela Lei de Moisés.

Quero lembrar que esse tipo de discurso tem afetado as músicas e que deveriam ser evitados em nossos cultos de adoração, pois se é para adorar o Senhor, então porque enfatizar tanto o homem nas letras? Por quê mostrar vingança? Para quê lançar irmão contra irmão? Se for para adorar a Deus então que se utilize de músicas que exaltem a Ele e mostre sua grandeza! Tenho certeza que na mente de muitos deve ficar uma interrogação: 'mas não temos nós visto Deus agir quando se canta essas músicas?' Eis a minha resposta: 'nem tudo que brilha é ouro, como nem tudo que parece ser, é o agir de Deus.'

Vemos hoje pessoas manipuláveis e de caráter muito emotivo que quando pula, chora, ou faz algo do tipo não caracteriza o agir de Deus. Outra coisa que devemos ter em mente é que este tipo de mensagem lança discórdia entre irmãos, incentiva contenda e facção dentro da igreja. Em Provérbios 6.16-19 podemos ler o que Deus acha deste tipo de procedimento. Em Gálatas 5.19-20, Paulo atribui isso a uma vida carnal e devassa.

Para finalizar, quero que reflita sobre tudo o que citei não como uma crítica, mas sim como um aconselhamento, e então voltemos para o evangelho de Jesus, o evangelho do perdão, humildade, altruísmo e do amor. Que nós venhamos tirar o homem do centro de nossas mensagens e das músicas que entoamos, e coloquemos Jesus no seu lugar, que é o centro de tudo, dando toda glória e honra todo o sempre.

"Porque dEle, e por Ele, a para Ele são todas as coisas: Glória, pois, a Ele eternamente. Amém" (Romanos 10.36)

PR. OSIEL SOUZA

segunda-feira, 7 de abril de 2014

MEU DEUS DO CÉU , EU NÃO AGUENTO TANTA HIPOCRESIA , E TANTA GENTE QUE NÃO VIVE O QUE ERA PRA VIVER . PREGANDO O CERTO MAS SÓ VIVE FAZENDO O ERRADO .OS BONS PRINCIPIOS PARA NINGUEM MAIS INTERRESSAM.

 Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna. Mateus 5:37

HA MUITO TEMPO TENHO FALADO , MINISTRADO SOBRE SINCERIDADE , DIANTE DE HOMENS , MAS PRINCIPALMENTE PARA COM DEUS. MAS CONFESSO QUE NÃO CANSO DE ME SURPREENDER COM AS PESSOAS. FICO PASMO ; PERPLEXO , ATE O PONTO QUE PODE CHEGAR O SER HUMANO POR ABSOLUTAMENTE NADA.
A PALAVRA DE DEUS FALA CLARAMENTE SOBRE ATITUDES DE UM CRISTÃO , PRINCIPALMENTE UM LIDER .

Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei:
Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.
Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;
Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante;
Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.
Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.
Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos.
Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé.

Tito 1:5-13

PR.OSIEL SOUZA

sábado, 22 de março de 2014

AS VEZES FICO PENSANDO ATÉ ONDE VAI CHEGAR OS EVANGELICOS , PRINCIPALMENTE NO BRASIL , UMA IGREJA QUE SURGIU LIMPA , COMO UMA SOLUÇÃO DE DEUS PARA O FIM DA IDOLATRIA , CORRUPÇÃO , PECADO , E QUE NA REFORMA DE MARTINHO LUTERO , PASSOU A SER COLUNA E BALOARTE DA VERDADE . SURGIU COMO DEFENSORA DA VERDADE ( PALAVRA DE DEUS ) . PODE CHEGAR A TAO PONTO DE SUJEIRA , PECADO , CORRUPÇÃO , HOJE É MUITO TRISTE , SE ENCONTRA MAIS SINCERIDADE E FIDELIDADE FORA DAS IGREJAS EVANGELICAS DO QUE DENTRO DELA . CARATER E COISA QUE NÃO EXISTE , PRINCIPALMENTE DOS LIDERES . FALAM E NEM SUSTENTAM O QUE FALAM  , COM UMA POLITICA DO ENGANO .
6 E agora vós sabeis o que o detém para que a seu próprio tempo seja revelado.
7 Pois o mistério da iniqüidade já opera; somente há um que agora o detém até que Seja posto fora;
8 e então será revelado esse iníquo, a quem o Senhor Jesus matará como o sopro de sua boca e destruirá com a manifestação da sua vinda;
9 a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira,
10 e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos.   
2 TESSALONICENSES 6 AO 10.
 E QUE ACOMPANHANDO NOS ULTIMOS DEZ  ANOS , DEUS LEVANTAR PROFETAS ,PASTORES ,MISSIONARIOS  , LIDERES COM MUITA UNÇÃO. TESTEMUNHEI O QUE CHAMO DE HOMENS DE FACILIDADES  , HOMENS QUE GOSTAM DE FAVORECIMENTOS . E PARA SE DAR BEM, O QUE MENOS IMPORTA E A PALAVRA. PARA ISSO PRECIZAM DA UNÇÃO  , BUSCAM ELA COM JEJUM , APARTADOS , MUITA CONSAGRAÇÃO  E RECEBEM DE DEUS . MAS QUANDO RECEBEM USAM A UNÇÃO EM BENEFICIO PROPRIO , PARA CONSTRUIR CARREIRA . ALGUNS ATE A VENDEM , OUTROS TROCAM BASEADOS EM PRINCIPIOS DE QUE A UNÇÃO PODE SER TRANFERIDA. MAS  TRANFEREM SEGUNDO SEU INTERESSE OU FAVORECIMENTO. FICO REALMENTE PREOCUPADO COM O FUTURO DA POVO EVANGELICO NO FUTURO , NOSSOS FILHOS , COMO TESTEMUNHAS DE TANTOS DEZATINOS , COMETIDOS POR LIDERANÇAS . ONDE SE AVALIA O MOMENTO NÃO A CONDUTA DOS  PREGADORES .
15 Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.
16 Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?
17 Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus.
18 Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons.
19 Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo.
20 Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?
23 Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.
24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha.

Papa Francisco critica 'ladrões que usam a religião como um negócio'
Pontífice disse que verdadeiros cristãos devem ser 'humildes e justos'.

Papa criticou os homens que têm a tentação de ser 'donos deles mesmos'. 

Crescimento evangélico estimula mercado que une consumo e religião
É um grupo cada vez mais numeroso e com sede de prosperar e consumir. O crescimento dos evangélicos no Brasil, em especial no ramo pentecostal, provocou mais do que mudanças religiosas: fortaleceu um mercado econômico, que chama a atenção tanto de igrejas como da iniciativa privada.
De seu lado, as igrejas criaram estratégias de negócios. Algumas desenvolveram estruturas empresariais e planos de carreira; outras lançaram até cartões de crédito. E diversas montaram grupos e reuniões em que estimulam os fiéis a abrir negócios próprios e sanar suas finanças, com base na Teologia da Prosperidade - movimento que prega o bem-estar material do homem.
"Passava uma vida de miséria, comendo carcaça de frango", conta uma frequentadora da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), acrescentando que, depois que começou a assistir às "reuniões da prosperidade" semanais da igreja, "as portas começaram a se abrir". O depoimento é exibido pela própria IURD no YouTube.
Em outro vídeo, um fiel diz que seus negócios não deram certo até ele entrar para o culto. Depois de "sair das trevas", ele comprou "quatro, cinco casas", onde cabem "sete ou oito carros".
MARA MARAVILHA EM ENTREVISTA DIZ: QUE SUA LOJA...
"É voltada a pessoas cada vez menos preocupadas com questões transcendentais, e sim com o aqui e o agora. Para o novo pentecostal, o dinheiro não é para ser acumulado como previa a ética protestante, mas para comprar o carro e o apartamento novo. Para se inserir no mercado de consumo."
Igrejas e empresas respondem a isso com produtos, que incluem cartões de crédito - emitidos pelas igrejas Internacional da Graça de Deus e Assembleia de Deus - e lançamentos constantes.
A rua Conde de Sarzedas, no Centro de São Paulo, se especializou em atender consumidores cristãos. Ali, é possível comprar de bíblias segmentadas a CDs, jogos de tabuleiro com temas bíblicos e pacotes de turismo para Egito e Israel.
Público fiel
"É um lugar onde as pessoas sabem o que querem consumir. É um público fiel", diz à BBC Brasil a cantora e apresentadora Mara Maravilha, que, há 15 anos convertida à fé evangélica, tem uma loja onde vende seus CDs e DVDs gospel na Conde de Sarzedas.
"Graças a Deus que se abrem muitas igrejas. É melhor do que abrir botequim. A gente, por mais que dê, nunca vai conseguir dar mais do que Deus nos dá"
Mara Maravilha, cantora e fiel da Igreja Universal
Daniel dos Reis Berteli, 29, da igreja Nazareno do Brasil, comprava livros, roupas e CDs evangélicos em uma loja ao lado. "Antes, não tínhamos essa variedade de livros", diz. "Há uns 15 anos, minha mãe fazia lembrancinhas religiosas com cartolina. Hoje, está tudo mais profissional."
A percepção de que o setor caminhava rumo à profissionalização levou Eduardo Berzin Filho a promover a feira ExpoCristã, realizada há dez anos em São Paulo. Ele diz que a edição de 2010 atraiu 160 mil visitantes e expositores como editoras, gravadoras gospel, empresas de mobiliário para igrejas e até consultorias de gestão de templos.
O mais claro exemplo pentecostal de estratégia de negócios vem da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), que diz ter presença em mais de cem países – mais do que qualquer multinacional brasileira.
A IURD montou uma estrutura empresarial que faz de seus pastores "profissionais da religião, com metas de atração e conversão de fiéis, de arrecadação (de dízimo) e de ampliação de recursos", afirma Ricardo Mariano, professor da PUC-RS e autor de um livro sobre a Universal.
Daniel Berteli é comprador de produtos evangélicos, mas se incomoda com 'profissionalização' de igrejas
Para os pastores, diz Mariano, "existe quase um plano de carreira, que permite que eles passem para congregações maiores, vão para outros países e participem de programas de TV" se baterem as metas.
A IURD e outras seguem "os principais preceitos do marketing: preço, publicidade, praça (localização de templos) e produto", opina Mario René, professor de Ciências do Consumo na ESPM e doutor em teologia prática.Os especialistas ressaltam que há traços de profissionalização e mercantilização também em outras religiões – só que eles estão mais evidentes nas pentecostais e neopentecostais por conta de sua exposição midiática e do próprio crescimento dos evangélicos no Brasil.
Segundo o estudo Novo Mapa das Religiões, da FGV, os evangélicos representavam 20,2% da população brasileira em 2009, contra 9% em 1991. Boa parte se concentra na emergente classe C.
Os pentecostais são por volta de 12% da população, mas, segundo estudo prévio da FGV, respondem por 44% das doações feitas às igrejas.
Doações
"A igreja é um local de ritos, mas hoje também um espaço de trocas e bens simbólicos"
Leonildo Silveira Campos, do departamento de Ciências Sociais e Religião da Universidade Metodista
Agora, além de solicitar "ofertas" para continuar a "obra de Deus", a Igreja Universal pede contribuições para financiar o Templo de Salomão - versão brasileira de um histórico templo em Israel.
Em um culto recente da igreja em São Paulo, o pastor exibia aos fiéis um vídeo sobre o templo, que está sendo erguido na Zona Leste da cidade e custará R$ 350 milhões.
"Os (doadores) terão seus nomes colocados nas 640 colunas do templo", diz o pastor, pouco antes de serem entregues envelopes para doações. "O bispo disse que um homem doou R$ 200 mil. Se você não pode 200 mil, pode mil, pode 500. Doe de acordo com a sua fé."
Alguns fiéis apoiam o pagamento do dízimo e doações desse tipo como forma de dar continuidade ao trabalho religioso.
Mara Maravilha, fiel da Universal, é uma delas. Para a cantora, quem não paga a contribuição está "roubando de Deus" e "se o pastor vai fazer certo ou errado (com o dinheiro), isso não cabe mais" ao fiel.
Igreja Universal está construindo seu maior templo em São Paulo
"Graças a Deus que se abrem muitas igrejas. É melhor do que abrir botequim", afirma Mara. "A gente, por mais que dê, nunca vai conseguir dar mais do que Deus nos dá."
Ela também rejeita as críticas de mercantilismo. "Os produtos têm efeito que não tem dinheiro que pague para uma pessoa sem esperança. Antes, eu vendia até revista masculina. Hoje, vendo a palavra de Deus. Estou errada hoje ou estava antes?"
Perigo
A executiva Márcia Félix, 37, fiel da Igreja Quadrangular, tem opinião semelhante. Afirma que sua igreja incentiva seu crescimento e a realização de seus sonhos e que o eventual enriquecimento de pastores não a incomoda.
"Busco primeiro o Reino de Deus e sua justiça", argumenta a fiel evangélica. "Se tem quem rouba, é cada um com Deus."
Já Daniel Berteli, frequentador da Conde de Sarzedas, diz que considera a visão empresarial da religião "perigosa". "(Algumas igrejas) têm deixado o princípio de servir e viraram indústria."
O limite para a atuação das igrejas é difícil de definir, levando-se em conta que é tênue a linha que separa consumo e religião.
"Não temos um compartimento mental para a religião", diz Mário René, da ESPM. "Todos buscamos sentido, que pode ser atingido por espiritualidade, responsabilidade social, esoterismo e até pelo consumo."
"Não temos um compartimento mental para a religião. Todos buscamos sentido, que pode ser atingido por espiritualidade, responsabilidade social, esoterismo e até pelo consumo"
Mario René, professor da ESPM
René avalia ainda que, hoje, a prática comercial é praticamente inerente ao processo de angariar fiéis para uma determinada crença.
"Posso abrir uma igreja com praticamente nada. E daí, o que eu faço? Preciso de uma estratégia de marketing para ter sucesso, então vou procurar um pastor carismático e assim por diante", diz o pesquisador.

Para Ricardo Mariano, da PUC-RS, a questão é se a narrativa do apelo à prosperidade terá força no longo prazo. "Se a solução para os problemas (dos fiéis) é pontual, como engajá-los por um longo período? Isso não foi resolvido ainda."

PR.OSIEL SOUZA